terça-feira, 21 de abril de 2015

A DESCOLONIZAÇÃO
O Correio da Manhã vai lançar uma coleção de livros sobre a descolonização

A descolonização de África é um dos episódios mais dramáticos, complexos e controversos da nossa História e, surpreendentemente, um dos menos estudados.
Dizer que o processo que pôs fim a cinco séculos de império colonial em África mudou Portugal é pouco. Mais do que o país, mudou para sempre a vida de meio milhão de pessoas, homens, mulheres e crianças (a maioria nunca tinha saído de território africano) que foram forçadas a regressar à Metrópole de um momento para o outro.
O grande império colonial – Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe – começou a dissolver-se com a Guerra Colonial e foi condenado à morte no dia 25 de Abril de 1974. Depois disso, ficaram as memórias. Para uma melhor compreensão deste período tão importante da nossa história, o Correio da Manhã vai lançar uma coleção de 8 livros, semanalmente, a partir de 30 de abril.
Começando no princípio, com a vida nas colónias: os piqueniques em família de domingo, as festas e os fins de semana em praias de sonho. Infiltrando-se na Guerra Colonial e na luta pela libertação dos movimentos nacionalistas. Assistindo ao triunfo do golpe militar e tentando compreender a solução para a questão colonial. Refletindo sobre as decisões e indecisões na política portuguesa da descolonização. Participando na vida democrática e nas primeiras eleições livres. Observando a adaptação à nova realidade, as idas ao IARN, a vida nas pensões e nos hotéis, o nomadismo e a integração na sociedade de milhares de portugueses.

É precisamente esse caminho – o da história da descolonização, que, apesar de tudo, não deixa de ser uma história de sucesso – que o Correio da Manhã se propõe  a fazer, com o contributo de sociólogos, historiadores, jornalistas, militares e de todos nós, que vivemos o processo na primeira pessoa!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O jipe do capitão foi atingido mas ele saiu ileso.


Na madrugada de 24 de maio de 1973 deixámos o Regimento de Infantaria 16, de Évora, em direção a Lisboa. Disseram-nos que era para render a Companhia de Caçadores 3407, em Angola. No aeroporto de Figo Maduro é que nos informaram que afinal iríamos embarcar para a Guiné. A Polícia Militar teve de nos ‘convidar’ a embarcar e partimos com um estado de espírito fácil de calcular. Do aeroporto de Bissalanca  fomos para o Campo Militar de Cumeré. A Companhia só tinha 123 militares, e ficámos a aguardar os 41 atiradores e dois enfermeiros em falta. Tudo correu sem problemas, tendo até ocorrido a visita do governador e comandante-chefe, general Spínola, a 5 de junho de 1973. Depois da instrução, fomos para o setor 4, que tinha cerca de 1350 quilómetros quadrados, responsáveis por Mansoa, que era um tampão no caminho para Bissau. Os quatro pelotões, a rodar de seis em seis meses – eu era furriel miliciano do primeiro –, estavam distribuídos por Infandre, Braia, Mancalam e segurança à estrada em construção de Jugudul-Bambadinca. Quando o meu pelotão foi para Braia, o alferes Brás, que era seu comandante, estava noutra missão, passando o alferes Lopes, o furriel Marques e eu próprio a responsáveis pelos 30 militares. O bunker de cimento, com seteiras rasgadas, foi a minha casa durante seis longos meses. Fizemos inúmeras escoltas, patrulhas de reconhecimento, segurança a colunas, emboscadas de noite e dia. Fomos flagelados pelo inimigo, mas sem consequências. O 'DIA MAIS LONGO' A 7 de fevereiro de 1974 tivemos o ‘dia mais longo’. Eu, o alferes Lopes, o condutor Mirandela e o transmissões Gaiato, no regresso de Mansoa, passámos ao anoitecer por um local onde o inimigo preparava uma emboscada. Viemos a saber que só não nos atacaram para não retirar a surpresa de uma emboscada de grande dimensão. Logo que chegámos deu-se uma forte flagelação. O ataque a Braia, com canhão sem recuo, morteiro 82, RPG e armas ligeiras, causou o incêndio de várias tabancas. Perante este cenário, veio uma coluna de auxílio de Mansoa, com várias viaturas. Ao passarem na zona da emboscada, foram acionados três fornilhos na berma da estrada. A primeira Panhard capotou e o jipe do nosso capitão, Amândio Fernandes, foi atingido por um RPG. Ficou totalmente destruído, mas ele teve a sorte de sair ileso. Terminado o ataque, retiraram-se em direção a Benifo. A 9 de abril, o destacamento foi novamente atacado, sem consequências de maior. E a revolução de 25 de Abril não trouxe alterações, pois a 9 de maio emboscaram uma coluna na estrada Jugudul-Bambadinca, tendo as nossas tropas sofrido quatro feridos graves e dois ligeiros. No dia do meu aniversário, 27 de junho, fomos transferidos para o aquartelamento de Ilondé, passando a constituir reserva do comandante-chefe. Escoltávamos colunas de reabastecimento a Farim. A 31 de julho passámos a fazer segurança ao Palácio do Governador (que era o brigadeiro Carlos Fabião), em Bissau. O regresso a Portugal, por via aérea, teve lugar a 1 de setembro. Na Companhia de Caçadores 4641 houve dois mortos (o primeiro-cabo José Martins e o soldado Rodrigo Joaquim Vaquinhas) e oito feridos graves. Tenho noção de que fiz parte dos últimos guerreiros do Império.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Galhardete de jogo realizado em Bissorã em 22/11/1970 entre duas CCS

Bissorã 22/11/1970


Galhardete do jogo realizado entre a CCS do Batalhão 2861 e a CCS do Batalhão 2927.

Foto enviada pelo amigo Armando Pires com a seguinte descrição:
-" Camarada e amigo, tenho uma bela surpresa para ti, para a rapaziada da CCS do teu batalhão, e 

para colocares no teu blog.
Em Bissorã, depois da vossa chegada, realizou-se uma jogatana de futebol entre a vossa CCS e a

nossa, com direito a troca de galhardetes e tudo. Aqui tens o que nos foi entregue e que só agora foi
 "descoberto". No verso está a constituição da equipa da vossa CCS. Será que alguma dessa
 rapaziada tem o galhardete que por nós lhes foi oferecido?"

Aqui fica o registo/foto, frente e verso do galhardete e os agradecimentos ao Armando Pires pelo 
envio desta preciosidade.






domingo, 11 de maio de 2014

O emblema da 2781 que nós construímos em Bissum durante a estadia 70/72
Foto enviada pelo amigo Carlos Ferreira, combatente do 4.º Grupo da companhia

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Escola Prática dos Serviços da Póvoa de Varzim.
Entrega de medalhas comemorativas das campanhas, aos ex-combatentes da guerra colonial



sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O PRIMEIRO ATAQUE....

O nosso primeiro "embrulhanço", é retratado com grande realismo no livro "A Pátria ou a vida", (que para quem não sabe é da autoria do então comandante da companhia 2781).
Digitalização das páginas 98 e 99.
Pfiuuu, pfiuuu - pá, pá. Pfiuu, pfiuu, pfiuu-pá, pá, pá-pfiuuu, pfiuuu, pfiuu-pá -pá-pá. Pfiuuu... pum... Pfiu, pfiuu-pá-pá-pá... Pfiiiu... pum-pfiuu -pá-pá. Tá-tá-tá-tá... Valha-nos Nossa senhora!... Pfiu, pfiu-pá-pá... Cabrões!, filhos da puta!, tá-tá-tá-tá... Pfoc... pom, pfiu, pfiu, pfiu-pá-pá-pá-pá... Ai que ficamos aqui todos!... Tá-tá-tá-tá... Tó-tó-tó-tó... Pfiium... pum... Tá-tá-tá-tá-tá... Vira-me o caralho da arma para outro lado, cabrão!... Pfoc... pom, pfiu, pá, pá... tá-tá-tá-tá-tá... Pum, catrapum, pum... tá-tá- tá... Pfoc, pfiu, pfiu-pá-pá... pom... Filhos dum caralho!... Tá-tá-tá-tá... Pfiium... pum... Eh!, caralho, vamos é sair daqui senão fodemo -no todos!... Tá-tá-tá-tá... tó-tó-tó-tó... Pfiu-pá... Vejam para onde estão a fazer fogo, caralho!... Tá-tá-tá-tá... Mas, afinal, onde é que os cabrões estão?... Traz a HK para aqui... aponta para além... Pfiu, pfiu-pá-pá... tó-tó-tó-tó-tó... O cabrão do Morteiro 60 para onde é que está a fazer fogo?... Tá-tá-tá-tá, pfoc-pfoc-pfoc... pom, pom, pom... pom, pom... Para onde aponto, meu furriel?... pfiu, pfiu, pfiu... pá-pá-pá... Vai chamar furriel ao caralho, e aponta para além... Tá-tá-tá... Tó-tó-tó -tó.. Pfoc, pom-pom. «Parem o fogo, caralho!» — bem que há muito tempo o alferes da Companhia africana berrava a mesma coisa. «Parem o fogo, porra!» — gritava agora o Capitão. Tá-tá-tá... tá... tá Tó -tó.. tó tó... Pfoc... pom... tá-tá... pom. E a muito custo o fogo lá foi parando, uns porque perceberam e obedeceram, outros porque se mais quisessem já não tinham com quê. Afinal, parece que já há muito tempo (e o que é aqui muito tempo?) éramos só nós a disparar que nem uns desalmados, para lá, para onde calhava, pois donde eles atacaram ou onde agora estavam, isso não chegámos a perceber, com todos aque98 les tiros, chicotadas e bazucadas por cima das nossas cabeças, fora o infernal cagaçal que nós próprios fazíamos. Periquitos, não é? E os que já não são ou como estes africanos que nunca o foram?... A ordem, agora, era para preparar e retirar. E vontade disso todos tínhamos; mas a bicha, que voltou a recompor-se, não havia maneira de avançar. De resto, vá que não vá, que aqui ao lado, no pessoal da nossa secção e parece mesmo que do nosso pelotão, não houve azar. Já lá para a frente é que se sente um grande burburinho de surdas imprecações entre os africanos e ali mais para o lado ouvem-se uns gemidos de dor de alguém que de certeza é dos nossos, e estão a pedir com alguma aflição para avançar o socorrista. No rádio já estão a pedir evacuações, e o capitão mandou agora montar a segurança e alargar o dispositivo, enquanto chama uns tantos para ajudar a capinar mato para o helicóptero poder aterrar. Mesmo assim, no final de tanto estardalhaço, era de pensar que fosse bem pior. As duas primeiras bazucadas de RPG acertaram em cheio nos dois soldados da Companhia africana que estavam destacados em missão de vigilância: um, mesmo na cabeça que desapareceu completamente, esfrangalhada pelo pescoço; outro, em cheio no peito, deixando para ali um corpo praticamente informe com bocados de pele, carne e ossos por tudo quanto era sítio. E há coisas de que nem é bom falar, ali esborrachadas contra os troncos e outras dependuradas de ramos das árvores mais próximas. Sabe Deus a impressão que tudo isto deixa — andarmos para aqui a arrumar estes restos todos em panos de tenda estendidos no chão, apanhando bocados e bocadinhos ainda quentes, enquanto se espera que cheguem as evacuações. Dos nossos só ficou ferido um moço de transmissões, com uns poucos de estilhaços de RPG. Mas não parece que corra risco de vida.

Citação de:
http://guinecolonial.home.sapo.pt/cronicas.htm#aerograma2
Há muito tempo que os altos comandos preparavam uma operação de envergadura para Naga, na altura uma das zonas mais inóspitas no teatro de operações da Guiné, onde o
PAIGC mantinha tranquilamente há muitos meses uma importante base de apoio. Para além de zona de treino de guerrilha existia escola, posto médico e outros equipamentos, a servir uma significativa concentração populacional, Bissum.
A operação vinha sendo preparada com muito sigilo já que seria decisivo o factor surpresa. O objectivo consistia em instalar um novo aquartelamento a nível de companhia para colmatar uma notória lacuna na malha da quadrícula militar.
Na altura o meu batalhão original ocupava a zona de Bula, a norte de Bissau, e a minha companhia tinha as funções de companhia de intervenção. Significava o permanente estado de prontidão para acorrer a qualquer situação inesperada, como fosse a reacção imediata a um ataque ao quartel ou à povoação, o auxílio ou o reforço a uma outra força no exterior, ou as operações programadas, como a montagem de emboscadas nos caminhos de acesso à povoação ou a escolta para transporte de armamento ou alimentos a outro quartel.
Designada outra companhia para ocupar o quartel a construir em Bissum, foi esta reforçada com um pelotão da dita companhia de intervenção, na circunstância o meu, para além do pelotão de sapadores especializado na construção de edificações militares, minagem e desminagem, montagem de armadilhas, etc.
A operação envolvia várias fases, a primeira das quais era a chegada de surpresa ao local, primeiro em coluna apeada e depois em lanchas da marinha, já que a zona de Naga era atravessada pelo rio Cacheu e a clareira onde nos pretendíamos instalar era praticamente ribeirinha. Muito perto existia a já referida povoação de Bissum, nome que, naturalmente passou a designar o futuro quartel.
Para que o assalto ao objectivo fosse feito aos primeiros alvores do dia, como aconselham os manuais, a saída de Bula fez-se ainda antes da meia noite. Mais de duas centenas de homens, primeiro em viaturas, depois em
LDM rio Cacheu acima até a alguns quilómetros do objectivo e finalmente o assalto a pé.
Até ao momento decisivo do ataque foram sete horas de grande tensão e expectativa já que, para manter o segredo e evitar que algum dos espiões que pululavam no quartel fizesse anular a surpresa, apenas os oficiais conheciam o plano da operação e mesmo estes só parcialmente - o estritamente necessário para o seu desempenho, fase por fase.
É o género de operação que causa maior stress aquela em que caminhamos passo a passo para uma situação de perigo iminente, sem sabermos exactamente do que se trata. Tensão agravada pelo cansaço prematuro já que a maior parte do pessoal não tinha conseguido pregar olho nas 3 ou 4 horas que lhes foram dadas desde a ordem de preparação até ao momento da saída do quartel.
A mão crispada em torno do punho da G-3, a língua retesada dentro da boca seca, as gotas de suor que iam rolando da testa e aquela proibida vontade de encher o mais fundo das entranhas com o fumo de um cigarro, tudo isto enforma uma sensação única e por isso inesquecível.
Tanta precaução com o sigilo parece ter resultado, a julgar pela maneira precipitada como a população de Bissum fugiu mata fora, ao primeiro sinal da nossa presença. Apenas os porcos, cabritos e galinhas vagueavam assustados por entre as casas quando a atravessámos em direcção à clareira próxima, onde se começou imediatamente a assentar as bases do futuro quartel.
Montado o dispositivo de defesa o meu pelotão foi incumbido de patrulhar a zona, tendo então especial cuidado com a povoação abandonada à pressa. Sabíamos que, mais cedo ou mais tarde a população teria de regressar a suas casas, sobretudo quando se apercebesse que a presença da tropa seria definitiva. Vasculhámos a mata palmo a palmo, encontrando vestígios nítidos da fuga precipitada. A seguir foi a própria povoação a ser inspeccionada.
Quando nos aproximávamos vimos o vulto de um homem que saía a correr de uma das casas. Imediatamente se levantaram três dezenas de G-3 prontas a abrir fogo.
Apesar do cansaço e da tensão, apercebi-me num relance de milésimos de segundo que o homem levava alguma coisa na mão mas que decididamente não era uma arma. Imediatamente dei um grande berro e mandei que ninguém atirasse. Levei eu a G-3 à cara e disparei um, dois, meia dúzia de tiros cujos projécteis passaram bem acima e ao lado do turra, que fugiu espavorido. Ainda se esboçaram gestos de perseguição ao fugitivo, mas também isso eu consegui impedir.
A situação justificava quebras de disciplina e por isso só consegui esboçar um sorriso de cansaço tranquilo, quando ouvi vários:
-- Seu pexote!... Seu pexote!...
A partir desse episódio ficou seriamente abalado o meu prestígio como atirador especial, qualificado com uma das notas mais elevadas no curso de oficiais milicianos. Mas não cuidei em desfazer a má impressão e só bastante mais tarde adiantei a justificação de tal imperícia.
Ainda hoje não sei se a aceitaram, mas consola-me a ideia de que alguns terão compreendido a razão por que aquela foi uma das atitudes em combate de que me orgulho ainda hoje.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

ATAQUES À C. CAÇ. 2781

Manuscritos dos anos 70, enviados pelo amigo Lameirinho , que relatam os ataques à nossa companhia e que vieram enriquecer as minhas memórias.



quinta-feira, 5 de agosto de 2010

BISSUM - NAGA - ANOS 1970/1972

GRANDE MÁQUINA !!!!!
MELÍCIAS DE BISSUM
JUVENTUDE DE BISSUM NAGA 1970
LAVANDARIA :-)
VAMOS AO TRABALHO...
VAI HAVER PÃO QUENTE !!! O FORNO JÁ ESTÁ EM BRASA...
PREPARANDO O RANCHO - HOJE HÁ BATATA. JÁ TENHO SAUDADE DO ARROZ E SALSICHA
TAMBÉM FAZÍAMOS OS NOSSOS CRUZEIROS !!!!
A POPULAR LAVADEIRA...

TABANCAS DE BISSUM NAGA

GRATO PELAS FOTOS AMIGO MAGALHÃES

sexta-feira, 19 de março de 2010

BISSORÃ 1970 - Chegada do Batalhão de Caçadores 2927

AS FOTOS AQUI PUBLICADAS FORAM HOJE GENTILMENTE ENVIADAS PELO CAMARADA ARMANDO PIRES QUE ERA DO BATALHÃO 2861 E QUE O 2927 RENDEU EM 1970 EM BISSORÃ




INTRODUÇÃO:

E não é, que agora com os meus 59 anos e passados que já são 36 anos , após o regresso da Guiné/Bissau, me deu na cabeça para procurar, matéria, fotos, contactos de ex-camaradas e temáticas relacionadas com a Guiné e mais em particular as zonas por onde andei... Bissau, Bissalanca, Cumeré, Bissorã e Bissum, aqui em permanência, pois foi para esta zona que a minha companhia foi destacada.
Será sobre estes locais que mais à frente tentarei ilustrar este Blog, que irei partilhar.
  • Pois é, parti para a Guiné/Bissau em Setembro de 1970 no paquete UÍGE, fazendo parte da Companhia de Caçadores 2781, que estava integrada no Batalhão de Caçadores 2927.
  • Vou tentar recolher dados e apoios logísticos de ex-combatentes, que entretanto vou tentar localizar, afim de documentar este espaço, que com garra estou a criar e tentar incluir aqui depoimentos, fotos e todo material com interesse para esta finalidade,
  • Pretendo ser o mais real possível para fazer deste Blog um local onde se possam recordar bons e maus momentos, trocar ideias e tudo o mais que a seu tempo se verá.......
  • Depoimentos sobre a GUERRA COLONIAL, AQUI!
  • Os meus videos no SAPO e DAILYMOTION
  • Visite a minha cidade PÓVOA DE VARZIM

EMAIL - verdegaio@gmail.com

PÓVOA DE VARZIM JANEIRO DE 2008